Pandemia Suína ou Pandemia do Lucro!!

15th Julho - 2009 às 21:52 | Publicado em Um pouco de tudo | 1 Comentário
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Dá que pensar este texto ora leiam abaixo:

Que interesses económicos se movem por detrás da gripe porcina (gripe suína) ???
 
No mundo, a cada ano morrem milhões de pessoas vitimas da Malária que se podia prevenir com um simples mosquiteiro.
 
  Os noticiários, disto nada falam!
 
 No mundo, por ano morrem 2 milhões de crianças com diarreia que se poderia evitar com um simples soro que custa 25 centimos.
  
Os noticiários disto nada falam!
  
Sarampo, pneumonia e enfermidades curáveis com vacinas baratas, provocam a morte de 10 milhões de pessoas a cada ano.
  
Os noticiários disto nada falam!
 
 Mas há cerca de 10 anos, quando apareceu a famosa gripe das aves…
 
 …os noticiários mundiais inundaram-se de noticias…
 
Uma epidemia, a mais perigosa de todas…Uma Pandemia!
 
 Só se falava da terrífica enfermidade das aves.
 
 Não obstante, a gripe das aves apenas causou a morte de 250 pessoas, em 10 anos…25 mortos por ano.
 
 A gripe comum, mata por ano meio milhão de pessoas no mundo. Meio milhão contra 25.
  
Um momento, um momento. Então, porque se armou tanto escândalo com a gripe das aves?
 
 Porque atrás desses frangos havia um “galo”, um galo de crista grande.
 
 A farmacêutica transnacional Roche com o seu famoso Tamiflú  vendeu milhões de doses aos países asiáticos.
 
 Ainda que o Tamiflú seja de duvidosa eficácia, o governo britânico comprou 14 milhões de doses para prevenir a sua população.
Com a gripe das aves, a Roche e a Relenza, as duas maiores empresas farmacêuticas que vendem os antivirais, obtiveram milhões de dólares de  lucro.
  
-Antes com os frangos e agora com os porcos.
 
 -Sim, agora começou a psicose da gripe porcina. E todos os noticiários do mundo só falam disso…
 
-Já não se fala da crise económica nem dos torturados em Guantánamo…
 
 -Só a gripe porcina, a gripe dos porcos…
 
 -Atrás dos frangos havia um “galo”… e atrás dos porcos… não haverá um “grande porco”?
 
A empresa norte-americana Gilead Sciences tem a patente do Tamiflú. O principal accionista desta empresa é nada menos que um personagem sinistro, Donald Rumsfeld, secretario da defesa de George Bush, artífice da guerra contra Iraque…
  
Os accionistas das farmacêuticas Roche e Relenza estão esfregando as mãos, estão felizes pelas suas vendas novamente milionárias com o duvidoso Tamiflú.
 
Não devemos negar as necessárias medidas de precaução que estão a ser tomadas pelos países,mas se a gripe porcina é uma pandemia tão terrível como anunciam os meios de comunicação, e se a  Organização Mundial de Saúde se preocupa tanto com esta enfermidade, porque não a declara como um problema de saúde pública mundial e autoriza o fabrico de medicamentos genéricos para combatê-la?
 
 Prescindir das patentes da Roche e Relenza e distribuir medicamentos genéricos gratuitos a todos os países, especialmente os pobres. Essa seria a melhor solução.

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1 Comentário »

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  1. Concordo. Parabéns.
    Mas gostaria de postar um texto para reflexão sobre o comportamento da grande imprensa e do Ministério da Saúde com relação ao H1M1. Então, aí vai:
    INFLUENZA, NECESSÁRIA REFLEXÃO
    Seria surpreendente, caso fosse possível, tratar aqui, nessas poucas linhas, das diretrizes políticas e econômicas adotadas por cada um dos países após o estouro da última crise econômica mundial. Mas, diferentemente do tamanho da crise, o espaço aqui é pouco, e por isso parte desse texto será dedicado a questões diretamente relacionadas à forma com que alguns órgãos e a sociedade estão encarando determinadas questões provenientes do vírus influenza A (H1N1), popularmente conhecido como gripe suína.

    Então, vamos lá. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a pandemia de gripe de 2009 – inicialmente designada como gripe suína e em abril de 2009 como gripe A – é um surto global de uma variante de gripe suína cujos primeiros casos ocorreram no México em meados do mês de março de 2009 e começou a se espalhar por vários países. Com isso, tornou-se comum entre os povos chamar a doença de gripe suína, sendo que os especialistas preferem denominá-la de influenza A (H1N1).

    Em decorrência disso, aqui no Brasil, nasceu uma grande controvérsia sobre as ações e postura do Ministério da Saúde e da grande maioria dos veículos de comunicação no trato do assunto. Tudo porque, em meados do mês de abril, o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, divulgou nota informando que o Brasil havia intensificado o monitoramento nos aeroportos para evitar a entrada de pessoas infectadas pelo vírus da gripe suína, nos vôos procedentes do México e dos Estados Unidos.

    Foi a partir dessa nota que a situação se complicou. Haja vista que enquanto parte da imprensa e da população viu na nota uma excessiva precaução, uma outra, também composta por integrantes do chamado quinto poder e por uma outra parte do povo brasileiro, ficou surpreendentemente preocupada com a possibilidade de possíveis consequências mais graves.

    Agora, passados três meses do primeiro pronunciamento do Temporão, a polêmica permanece, só que com traços diferentes, pois os números oficiais indicam a existência de centenas de brasileiros contaminados, alguns óbitos e a indicação de que o vírus H1N1 já circula livremente pelas bandas tupiniquins.

    A cada dia que passa a polêmica cresce, mas mantém seu contorno inicial. Principalmente porque a grande maioria dos “nossos” jornais, revistas e redes de TV´s continuam apenas divulgando as ações, linha e números apresentados pelo Ministério da Saúde brasileiro, sem nenhuma demonstração de aprovação, repúdio, contestação ou crítica à tal postura. Desta forma, cresce ainda mais as insatisfações dos que condenam a passividade evasiva dos considerados “formadores de opinião”.

    Assim sendo – por falta de informações mais concretas e abrangentes, além de orientações práticas e objetivas -, é que o povo brasileiro de uma forma geral, não está conseguindo debater o assunto com a calma e a profundidade que ele aparentemente requer e necessita. Apenas a “sociedade virtual”, composta em sua grande maioria por “blogueiros”, é que desde o início provoca a chama do debate que mantém acesa a luz da necessária reflexão sobre tão importante assunto.

    Em decorrência dos inúmeros e diários posicionamentos via internet, mesmo sendo alguns a favor e outros contra, sobre a postura e métodos do governo brasileiro e dos famosos veículos de comunicação, é que a “sociedade virtual” vem conseguindo tirar suas conclusões sobre como o povo deve se relacionar, conviver e se precaver dos possíveis males oriundos do H1N1.

    Enquanto isso acontece na virtualidade, os concretos jornais e TV´s continuam apenas divulgando frios números, sem nenhuma possibilidade de uma reflexão mais profunda ou formação de opinião que auxilie a grande massa de brasileiros na escolha da conduta correta frente a pandemia ou epidemia, seja lá a denominação que queiram dar, causada pela gripe suína. Resultado: parte da sociedade brasileira não está nem aí para a questão e outra vem apresentando perplexidade e medo.

    Tendo como base todos esses fatos e hábitos, é impossível alguém se furtar das seguintes interrogações: será tudo isso uma questão cultural, excesso de precaução ou falta de responsabilidade?

    EDILSON DINIZ – http://www.epmcomunica.blogspot.com


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